Na atual marca de 1 bilhão de computadores no mundo, a revolução digital trouxe um novo problema: o lixo eletrônico. O descarte inadequado de computadores e componentes eletrônicos causa sérios problemas ambientais, como por exemplo, os monitores que podem conter até três quilos de metais pesados. Com o rápido avanço tecnológico, o lixo eletrônico é também o gênero de resíduo que mais cresce no mundo.

Apesar do ritmo de crescimento na venda de eletrônicos, ainda não há no Brasil uma legislação nacional que estabeleça o destino correto para a sucata digital ou que responsabilize os fabricantes pelo seu descarte. Por enquanto, são as organizações não-governamentais (ONGs) e cidadãos comuns que tentam minimizar o problema.

Algumas iniciativas criativas já vem sendo trabalhadas para diminuir o impacto do descarte de materiais tecnológicos como:

• cooperativas especializadas em lixo eletrônico;
• tranformação artística dos materiais;
• recuperação dos componentes para montagem de computadores (principalmente utilizando tecnologia de terminais leves);
• conscientização sobre o consumo responsável das tecnologias;


Assim, o 4° Simpósio Regional de Inclusão Digital, ter por objetivos principais:

• promover a trocas de experiências e informações sobre o tema da "inclusão digital" sob o tema do lixo eletrônico;
• fomentar o debate sobre sustentabilidade do desenvolvimento e uso das Tecnologias da Informação e Comunicação;
• criar uma consciência para ação coletiva que promova a inclusão digital e o desenvolvimento econômico e social na Região Metropolitana de Campinas;
• promover futuras políticas públicas conjuntas de inclusão digital regionais;

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